Please log in or register to do it.

Estudo revela que 6 em cada 10 mulheres já precisaram deixar de trabalhar devido aos sintomas menstruais; especialistas alertam para os impactos de condições como endometriose e adenomiose na qualidade de vida, saúde mental e desempenho profissional

A relação entre saúde feminina e produtividade ganhou novos contornos após um estudo inédito da Essity, em parceria com a Dalia e a GPTW Brasil, apontar que 6 em cada 10 mulheres já precisaram deixar de trabalhar ou diminuir a intensidade da rotina profissional por causa dos sintomas menstruais.

O levantamento reacende o debate sobre como dores intensas, fadiga, alterações de humor e sangramentos afetam diretamente a performance, o bem-estar e a permanência das mulheres no mercado de trabalho.

Especialistas destacam que, além das questões relacionadas ao ciclo menstrual, doenças ginecológicas como endometriose e adenomiose podem comprometer significativamente a qualidade de vida feminina, impactando relações sociais, saúde mental e produtividade. O tema também levanta discussões sobre a necessidade de ambientes corporativos mais acolhedores e políticas voltadas à saúde da mulher.

* Dr. Marcos Tcherniakovsky — médico ginecologista e obstetra, diretor de comunicação da Sociedade Brasileira de Endometriose (SBE).

Aaron Modesto viraliza com “Pra Não Esquecer de Mim” e conquista o Top 20 Brasil
Por que empresas com líderes tecnicamente fortes estão tomando decisões piores sob pressão

Your email address will not be published. Required fields are marked *