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You are at:Início » O fim do ferro na obra: por que o processamento industrial de aço é a nova regra da produtividade
Negócios

O fim do ferro na obra: por que o processamento industrial de aço é a nova regra da produtividade

Fernando BragaBy Fernando Braga13 de October de 2025No Comments3 Mins Read
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*Por Cristian Costa

A busca por eficiência e rentabilidade é um desafio permanente na construção civil. Entre os pontos críticos está o processamento do vergalhão de aço, elemento fundamental de qualquer estrutura de concreto. O método tradicional de corte e dobra realizado diretamente no canteiro de obras, dependente de mão de obra intensiva e equipamentos simples, sempre foi marcado por dois problemas centrais: baixa produtividade e alto desperdício.

A migração para o corte e dobra industrializado deixou de ser uma opção e tornou-se um imperativo estratégico. Um estudo comparativo em obra residencial mostrou que o uso de aço processado pela indústria resulta em custo final 11% menor em relação ao aço em barra reta preparado no próprio canteiro. Esse dado muda a percepção sobre o investimento inicial e posiciona o processamento industrial como a nova regra da produtividade.

A falsa economia do aço comprado em barras

Embora o custo inicial do aço cortado e dobrado industrialmente seja ligeiramente superior, devido ao valor agregado do serviço, o impacto no orçamento global da obra é de redução expressiva. A economia vem da eliminação de desperdícios e retrabalhos comuns no método convencional.

  • Zero desperdício: enquanto o processamento manual gera sobras e erros dimensionais, o sistema industrial utiliza softwares de otimização (Nesting) para planejar os cortes, reduzindo praticamente a zero as perdas de material.

  • Redução de mão de obra e encargos: o corte e dobra em canteiro demanda equipes dedicadas e onerosas. Ao transferir o processo para a indústria, é possível reduzir em até 40% a equipe de armação no local da obra.

  • Aumento da cadência produtiva: no canteiro, o corte e a dobra manuais são lentos e dependem do esforço físico dos operadores. No ambiente industrial, máquinas automáticas e estribadeiras a partir de rolos elevam a cadência em até 40%, com ganhos de produtividade e padronização.

O cenário demonstra que o corte e dobra industrial de aço não representa apenas um avanço técnico, mas uma mudança estrutural no modo de pensar a eficiência na construção civil.

*Cristian Roberto Correia Costa é administrador de empresas formado pelo Instituto Superior do Litoral do Paraná (ISULPAR) e sócio-diretor da Aço Total Comércio de Aço LTDA desde 1998 e da Total Corte e Dobra de Aço LTDA desde 2012. Com mais de 25 anos de experiência no setor de estruturas metálicas para a construção civil, acumula resultados expressivos, como a redução de 22% nos custos de produção com a adoção do sistema de bobinas e o aumento de 33% na capacidade produtiva. Ao longo da carreira, consolidou parcerias estratégicas com os principais fornecedores de aço do país e atua diretamente no planejamento, gestão de equipes e desenvolvimento de soluções para eficiência produtiva no setor.

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