Close Menu
  • Música
  • Negócios
  • Famosos
  • Cultura
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Moda
  • Gastronomia
  • Economia

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Evento fechado de líderes da Redento chama atenção ao entregar viagem internacional como premiação

14 de January de 2026

Brenno Casagrande esquenta o Carnaval da Bahia com ensaios gratuitos no Pelourinho

14 de January de 2026

“Todos Nós Somos Um” homenageia Giovanna Farias no seu primeiro sarau do ano na Casa com a Música, na Lapa

14 de January de 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Facebook X (Twitter) Instagram
LifesGo
Button
  • Música
  • Negócios
  • Famosos
  • Cultura
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Moda
  • Gastronomia
  • Economia
LifesGo
You are at:Início » E assim damos adeus ao dinheiro público
Negócios

E assim damos adeus ao dinheiro público

Fernando BragaBy Fernando Braga12 de July de 2024No Comments3 Mins Read
Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

(Créditos da foto: André Esteves deve ser o principal beneficiado com o acordo que poderá gerar prejuízo bilionário à União Foto: Ronny Santos/Folhapress)

O Tribunal de Contas da União (TCU) deve julgar nesta quarta-feira (3) um processo que poderá resultar em prejuízo de pelo menos 17 bilhões para a União. O caso trata de um acordo entre a Oi e a Agência Nacional de Telecomunicações. O principal beneficiário, contudo, não será a empresa, mas o principal credor dela, o banqueiro André Esteves, dono do BTG.

O caso foi divulgado na segunda-feira (2), pela revista Piauí. Segundo a reportagem, a disputa se trata da tentativa da Oi de se livrar da concessão de telefonia fixa, adquirida pela antiga Telemar, em 1998. Do ponto de vista econômico, isso facilitaria a reestruturação da empresa, pois ela deixaria de ser obrigada a investir na melhoria do serviço, conforme estava previsto no contrato original.

Ao adquirir a concessão, a Telemar também levou no pacote toda a infraestrutura já construída pelo poder público. Isso incluía carros, redes e, principalmente, uma série de imóveis, em locais valorizados. Ao desistir, a empresa teria que devolver esses bens à União.

O acordo em debate no TCU permite que a Oi continue com a propriedade de toda essa infraestrutura, cuja avaliação da Anatel varia de 19,92 bilhões a 23,26 bilhões. Em troca, a empresa pagaria apenas 5,8 bilhões à União. O Ministério Público junto ao TCU contesta esse “desconto”, que chegaria a 17 bilhões de reais, uma redução de 75%.

Todo o processo corre sob sigilo, sob a relatoria do ministro Jorge Oliveira. A área técnica do TCU também se posicionou contrária ao acerto, que já foi assinado pela Oi e pela Anatel e aguarda apenas a homologação por parte dos ministros, o que pode ocorrer nesta quarta-feira, sem que ninguém saiba o resultado.

O papel de Esteves

O dono do BTG, André Esteves, entra na disputa por ser o principal credor da Oi. Segundo o acordo, em vez de pagar os 5,8 bilhões de reais em dinheiro à União, a empresa de telefonia se comprometeu a investir 5 bilhões na melhoria da infraestrutura de telecomunicações do país, pagando, efetivamente, apenas 800 milhões de reais.

A questão é que toda essa quantia seria investida pela empresa V.tal, especializada em infraestrutura digital. A companhia pertence a Esteves e já tem um plano de investimentos para esse dinheiro. Ele passa longe dos interesses públicos.

O objetivo da V.tal é colocar a maior parte desse dinheiro na instalação de cabos de internet submarinos e de datacenters privados, em áreas de alto interesse econômico, em vez de levar internet às localidades que ainda têm dificuldade de acesso, algo previsto no contrato inicial da concessão.

Além disso, caso a V.tal não cumpra nem mesmo esse investimento, o problema recairá apenas sobre a Oi, sem nenhuma cobrança posterior à companhia de Esteves. Tudo isso é veementemente criticado pelo Ministério Público.

De acordo com a reportagem, parte desse acordo foi firmada com a participação do próprio Esteves e de Bruno Bianco, ex-advogado-geral da União, no governo de Jair Bolsonaro. No governo, a costura teria sido feita com a anuência do ministro das Comunicações, Juscelino Filho.

Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
Previous ArticleConselheiro consultivo: Especialista Andria Tuma lista as vantagens de contratar profissional
Next Article Cinema na natureza: Gericine realiza primeira edição de exibições gratuitas no Parque Natural do Gericinó
Fernando Braga
  • Website

Related Posts

Evento fechado de líderes da Redento chama atenção ao entregar viagem internacional como premiação

14 de January de 2026

Raquel Mozzer: Preencher vaga é fácil. Difícil é decidir bem

14 de January de 2026

Qual é a Melhor Loja para Comprar PlayStation em Jundiaí? Game Fix é a Loja Ideal para Gamers

14 de January de 2026

Comments are closed.

Últimas da Life!

Evento fechado de líderes da Redento chama atenção ao entregar viagem internacional como premiação

14 de January de 20261 Views

Brenno Casagrande esquenta o Carnaval da Bahia com ensaios gratuitos no Pelourinho

14 de January de 20261 Views

“Todos Nós Somos Um” homenageia Giovanna Farias no seu primeiro sarau do ano na Casa com a Música, na Lapa

14 de January de 20260 Views

Dr. Marcio Moreira destaca resultado pós-imediato de gluteoplastia com gordura autógena

14 de January de 20261 Views
Junte-se a nós!
  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • Instagram
  • YouTube
  • Vimeo
Copyright © 2026. Designed by ThemeSphere.
  • Música
  • Negócios
  • Famosos
  • Cultura
  • Saúde
  • Lifestyle
  • Moda
  • Gastronomia
  • Economia

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.