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Saúde

Janeiro chegou e o feed já nos engoliu?

Fernando BragaBy Fernando Braga26 de January de 2026No Comments3 Mins Read
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O psicólogo Rafael Schieber revela como a hiperconexão rouba nossa essência mais humana

Setenta e nove por cento dos brasileiros enfrentam estresse diário com a enxurrada de informações, enquanto 88% percebem as fontes digitais explodindo sem freio. As conversas migraram do WhatsApp para o Instagram em segundos, criadores de conteúdo pipocam por toda parte, e as barreiras entre quem fala e quem escuta se dissolvem. Pais, empreendedores e profissionais correm para acompanhar o fluxo incessante, mas acabam isolados cada um no seu celular, como náufragos em ilhas digitais.

Rafael Schieber psicólogo, formado pela UFMG e mestre em sofrimentos da alma moderna, destaca-se na psicologia brasileira atual. Com 17 anos de clínica, ele acompanha de perto, no consultório e nas redes, os efeitos da dependência digital e das relações moldadas por telas. Misturando Freud com cultura pop, ele torna acessível as emoções do dia a dia e descreve como “comunicação líquida” esse vai-não-vai das trocas atuais: rápidas, fluidas, instáveis ​​e hiperconectadas, como um rio que nunca para.

Esse entusiasta da cultura pop compara o caos digital a narrativas onde cada um reescreve a história na hora, ilustrando como o lúdico, como criar histórias em jogos, humaniza sem cair em vícios escapistas. A democratização das vozes empodera, mas exige clareza para não virar bagunça. No Brasil, onde 4 em cada 5 pessoas sentem o peso dessa avalanche, os riscos são reais: ansiedade disparando e isolamento emocional à espera.

Schieber, referência em saúde mental para líderes e empresas, alerta: “Exige-se adaptação constante a tecnologias e formatos novos, sob risco de nos perdermos no fluxo caótico, onde o efêmero engole a profundidade das conexões verdadeiras”. Ele valoriza a pausa, a reconexão como respiro nas relações reconhecidas.

Em lares partidos por telas, empresas brigando por atenção e pessoas comuns mendigando likes, Schieber aposta na escuta atenta, no contexto rico e na profundidade genuína. Sua abordagem acolhedora, que viraliza nas redes com reflexões sobre solidão e ressignificação, incluindo alertas sobre fugas da realidade via IA ou fantasias viciantes, orienta empreendedores e pais de família a navegar o caos com mais alma e menos correria. Não é sobre fugir das telas, mas usá-las com sabedoria, preservando o que nos faz humanos.

Vivemos uma era de informação em multiplicação exponencial, uma avalanche que instiga uma curiosidade, mas esgota a alma. As telas abrem o mundo, mas sugam presença e atenção. Diante de milhões de vozes disputando frações de segundo, Schieber insiste: urge reaprender o silêncio, resgatar o olhar profundo e abraçar a pausa como resistência. Em seus artigos disponibilizados via redes sociais o convite é claro: 2026 é desacelerar para redescobrir o real.

Reconhecido entre os melhores psicólogos do país por unir clínica e cultura digital, Schieber encerra ecoando Freud: “Haverá um dia em que deveremos deixar de ser as crianças que sempre fomos, abandonar as ilusões e enfrentar a vida hostil tal como ela se apresenta. A isso eu chamo ‘Educação para a Realidade'”. Priorize o real no feed infinito, sua essência agradece.

(Foto : Arquivo Pessoal)

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